Encontrei o post abaixo no site Tecnocientista (o qual encontro muita coisa interessante) e aqui está mais um, sendo assim resolvi postá-lo, mantendo todos os créditos ao Tecnocientista.

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Rádios de transistores menores que um grão de areia feitos com nanotecnologia permitem sintonizar as estações melhor do que aqueles feitos com eletrônicos baseados em silicone, afirmaram pesquisadores estado-unidenses.Os rádios microscópicos são feitos de nanotubos de carbono e em teoria poderiam levar a dispositivos mais rápidos.

Eles superaram muitos obstáculos para desenvolver os nano-rádios, incluindo conseguir amplificação, ao montar os dispositivos em cristais de quartzo.

É possível que este dispositivo no futuro permita novas aplicações, principalmente na espionagem. Transmissores de áudio e vídeos invisíveis ao olho nu seriam muito úteis se aderidos a insetos robóticos, por exemplo.

O objetivo do grupo coordenado por John Rogers, da Universidade de Illinois é, em realidade, criar semicondutores mais velozes.

Os nanotubos são cem mil vezes mais estreitos que fios de cabelo e podem ser utilizados em dispositivos e circuitos eletrônicos.

“O radio é mais um passo no caminho da construção de novas plataformas de tecnologia eletrônica”, disse John, cujo estudo foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Os dispositivos criados de nanotubos foram: dois amplificadores de freqüência, um sintonizador de rádio e um amplificador de áudio. Fones de ouvido comuns foram conectados diretamente a um transistor de saída feito de materiais nanométricos. A antena era de tamanho comum.

Em um teste, os pesquisadores sintonizaram em um dos rádios de transistores de nanotubos uma rádio de Baltimore e ouviram notícias do trânsito.

John disse que o dispositivo funcionou melhor — e com menos distorção — do que alguns rádios atuais que utilizam tecnologia de chips.

“O radio em si não é interessante”, disse John. “Mas o fato de que nós estamos em um ponto em que podemos fazer [com nanotubos] coisas como um rádio é um bom marco para nós.”